Outubro foi um mês fraco, pra dizer o mínimo. A desculpa de sempre seria que eu tava abarrotada de coisa pra fazer, mas quem eu quero enganar, eu só não tava no clima mesmo. Quando meu ritmo de leitura voltou já era o final do mês eu já tinha estacionado nos três livros lidos. A boa noticia é que, em qualidade, outubro foi bem sólido.
Manwhore, da Katy Evans
No romance adulto conhecemos Rachel Livingston uma jornalista que, para ajudar a salvar a revista em que trabalha da falência, aceita trabalhar na encolha em um artigo sobre o queridinho de Chicago, Malcom Saint. Para tal, a garota usa pretexto de querer saber mais sobre uma das empresas do bilionário para se aproximar e, como você já deve ter adivinhado, o que era para ser uma tarefa fria e calculista, se torna um tormento quando a atração física e uma amizade inesperada nasce entre os dois.
Não me pergunte como ou porque eu comecei a ler esse livro, porque não faço a minima ideia, mas que bom que eu o fiz. Tive diversos problemas com Rachel mas o Malcom compensou por cada frustração que eu sofri. O cara é um combo perfeito: uma graça de homem, gentil, elegante, caridoso e sexy que nem o diabo. Heh. O romance é isso, um puta dum romance, que você só vai gostar se acabar se identificando com os personagens, uma vez que o enredo vai seguir o caminho previsível. O que eu posso te prometer cenas bem intensas entre os dois, algumas beirando um conto de fadas moderno. Não foi nada demais, nada de explodir a mente em mil pedacinhos, mas foi divertido o suficiente para que fosse em frente e pegasse o segundo livro...