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07 setembro, 2017

O Retorno? e Wrap-Up da semana: n.1!

Eu sei o que você está pensando! "Vai postar um negocinho e sumir por mais dois meses, né?!"

A verdade é que eu não sei. Voltar a escrever para o blog tem sido algo que venho ensaiando há algum tempo, porém que nunca se concretiza de fato (exceto pela resenha de Rainha das Sombras que saiu, pela graça de @deus depois de tempo demais organizando aquele texto). Tenho inúmeros arquivos em rascunhos e ideias no Notepad, mas quando sento meu popozinho na cadeira para escrever escrever mesmo... Nada. Por mais que eu queira entrar em dia e postar resenhas e mais resenhas de todos os livros incríveis (ou nem tanto) que li nos últimos dois (!!!!!!!!!) anos, toda vez que abro o quadradinho e começo a digitar, parece que minha mente vai parar em outro planeta. Hoje, de uma vez por todas, parei para pensar o que poderia me ajudar a superar esse bloqueio, uma forma de postar com uma frequêndia decente, mas nada muito sofisticado: voltar a minha rotina de brogueirinha aos poucos, passinhos de nenê.

Então pensei: Ok, por que não atualizar o que venho fazendo ao final da semana, e, quem sabe o inseto da escrita não me pique outra vez quando eu me expor? Bom, vocês conhecem o ditado: Só tentando pra saber. Então, amiguinhos, abaixo eu conto para vocês minhas peripécias literárias e musicais dos últimos sete dias e vamos ver no que dá.

Cartas a um Jovem Poeta, de Rilka 

Essa curta antologia de cartas foi o único livro que conclui essa semana, o que é bom, mas bem pouco produtivo! Estou com bastante medo de ter me metido em uma ressaca literária após a leitura de Corte de Névoa e Fúria, mas tudo bem. Nesse livro temos uma coleção composta por dez cartas escritas pelo autor austríaco Reiner Maria Rilke em respostas a um estudante que visava iniciar sua carreira como poeta. Particularmente, a carta que mais me marcou é a primeira, onde Rilke descreve o desejo pela escrita e o anseio que escritores sentem de escrever. 

29 junho, 2017

Queen of Shadows, da Sarah J. Maas.

Throne of Glass #4: Queen of Shadows

Autor(a): Sarah J. Maas
Editora: Bloomsbury USA Childrens
Ano: 2015
Paginas: 648
IBSN: 1619636042 
Livros da Série: #1#2 e #3
Titulo no Brasil: Rainha das Sombras (Galera Record)
Inglês nível: A3
no goodreads e no skoob.
(Contém spoilers dos livros anteriores da série, e é fortemente não recomendado para quem ainda não leu Queen of Shadows) 


Senta que esse vai ser um puta d'um texto citando tudo que tornou esse livro em perfeição. Na minha opinião, claro.

Olha amiguinhos, se a merda parece ter atingido o ventilador ao final de Heir of Fire, já prepara esse queixo, que a tendencia é que ele bata lá no chão, bem ao estilo desenho animado, com as bombas que caem sobre nossas cabeças no quarto volume da série de sete (?) livros. Celaena Sardothien se foi, e em Queen of Shadows quem assume seu lugar é Aelin of the wild fire Galathynius. 

A garota praticamente perde todos que ela ama, e para os que restaram ela se vê obrigada a virar as costas em nome de um bem maior. Seu retorno a Aderlan se aproxima, e com ele, sua promessa de vingança ao homem responsável por cada cicatriz física e emocional que ela e seu povo carregam. Aelin está pronta para lutar para recuperar tudo que é seu por direito: seu primo Aedion, seu amigo Dorian, seu povo - no momento presos e transformados em escravos-, seu reino, seu trono, seu sobrenome. Sua magia.

Para que seus planos se concretizem, porém, ela se vê obrigada a socializar com velhos amigos, inimigos e os aliados improváveis que surgem ao longo do tortuoso caminho contra o Rei de Aderlan e o que quer que esteja acontecendo em Morath.

De forma resumida, foi um livro emocionalmente estimulante. Senti medo, orgulho, raiva e carinho. Pela primeira vez, não questionei nenhuma das decisões que Aelin tomou. Enquanto em todos os livros anteriores tiveram momentos que me frustraram loucamente, em Queen of Shadows todos os planos e escolhas soaram bem pensados, estratégicos, inteligentes. Um pouco implacável, perverso e extremamente violento em alguns momentos? Claro. Mas, ainda assim, cada movimento foi preciso. 

Se enxergá-la como um Rainha foi uma dificuldade em Heir of Fire, nessa maravilha de livro foi impossível não imagina-la liderando Terrasen. Não prever todas as batalhas que serão travadas até que ela finalmente se sente em seu trono por direito.


“She was fire, and light, and ash, and embers. She was Aelin Fireheart, and she bowed for no one and nothing, save the crown that was hers by blood and survival and triumph.”

29 dezembro, 2016

12 músicas que marcaram meu 2016.

Horas de nomear os melhores do ano e, porque não jogar algumas das músicas que mais escutei esse ano aqui? Não tem muito o que introduzir, né? Vamos só escutar e relembrar as aventuras que acompanham algumas dessas músicas.




11. Ride, do Twenty One Pilots

Todo mundo tem aquela música que quando toca na balada só falta se descabelar. A minha é Ride. Definitivamente tem a ver com o fato deu saber a letra desse troço de trás pra frente, de ponta cabeça, remixado ou cozido em fogo baixo. Você não pode contar com muito de mim na famosa night, mas pode ter certeza que se tocar Ride, posso estar metaforicamente sentada no banheiro aliviando a bexiga ou dando ideia de bêbada nos barmen, vou dar um jeito de chegar no meio da pista pra berrar essa música como se não tivesse amanhã.

27 dezembro, 2016

Como ler mais livros em menos tempo?

Olaaaar! Fim de ano está chegando e tava mais do que na hora de botar a minha cara de volta aqui, no blog hahahh. Pelo menos volto com um tópico bacaninha pra me redimir, né verdade? 

Apesar desse ano ter sido um ano relativamente devagar no que se refere as minhas leituras - graças as baladas da vida e uma vida social existente, vejam só vocês (que alias estou morreeeennndo de vontade de escrever sobre) -, ao longo dos últimos três anos tenho sido capaz de manter uma "quantidade minima" okay de livros que leio. Um ritmo, digamos assim. Toda vez que comento minha quantidade de livros lidos as pessoas me perguntam "como cê faz isso, fia" e nesse último natal não foi diferente. Meu primo me perguntou qual era o segredo e, honestamente, na hora não soube responder. Soltei um breve e enlatado "tem que gostar, quirido", mas na real é um pouco mais que isso, também. Pelas próximas duas horas após a pergunta, contemplei e compilei uma listinha de coisas que cheguei a conclusão sobre meu gerenciamento de tempo e minhas leituras e hoje vou compartilhar elas com vocês :) 

Ahh, como sempre, é bom lembrar que esses são as minhas conclusões sobre as minhas experiências como leitora avida e voraz. Nada do que vier a seguir é fato atestado, escrito na pedra e assinada pelos cientistas de Harvard. Não é atoa que estou escrevendo isso num blog, invés de usar como base para uma dissertação pro meu projeto de mestrado ;)

  1. Dedicação de tempo especificamente para leitura. Seja indo e/ou voltando da faculdade/trabalho, seja durante o horário de almoço ou naquela horinha extra antes de levantar da cama ou ir dormir, ter um espacinho fixo no seu tempo para sentar e ler sempre importantíssimo na minha rotina, até mesmo para que o livro não ficasse uma vida na minha lista de currently reading. Mesmo que acabasse lendo apenas cinco ou seis páginas e pegasse no sono (como isso acontece na minha vida!), sempre tem um tempo só pro meu livro do momento na minha agenda.

12 outubro, 2016

T5W: Livros que quero ler até o final do ano.

Era suposto que hoje falássemos sobre cinco capas de livros que não combinam em nada com a história, porém, olhando para minha shelf de livros lidos no goodreads, cheguei a conclusão que pouquíssimas vezes fui enganada pela capa. Então resolvi pegar um tópico da penúltima semana de agosto: livro que preciso ler até o final do ano. Olha só minha lista:

5. A Queda dos Reinos, da Morgan Rhodes
no goodreads | no skoob

Olha foram dois/três anos maravilhosos para os fãs de fantasia épica. O gênero voltou para os holofotes graças a séries como Misfborn, do Brandon Senderson e A Guerra dos Tronos, do George R. R. Martin. O impacto dessas obras foi tão grande, que muitas séries YA que seguiam o estilo medieval fantástico surgiram. Com essa leva, veio uma das mais amadas e aclamadas pelos booktubers: Falling Kingdoms. Sei exatamente do que se trata? Nope. Mas e dai? Nada como um bom mundo complexo e personagem hiper-realistas para melhorar meu humor.

07 outubro, 2016

11 músicas para o esquenta perfeito!

Ok, então semana passada contei que minha sexta/sabado a noite ideal é no meio da galera, pulando que nem pipoca. O que eu não disse é que o pre-game é quase tão importante quanto, especialmente quando a balada é cara e não é Open Bar. A coisa toda começa quando você descola uns goles do vinho da sua mãe enquanto da um tapa na juba ou tenta acertar o maldito do delineador, e termina na fila pra entrar, com seus amigos, tomando bebida barata que vocês compraram no mercadinho da Peixoto Gomide (#trustorybruh), passando pelo encontro de todo mundo na estação de metrô e a os quase atropelamentos descendo a Augusta ou subindo a Consolação.

Hoje separei minhas músicas prediletas pra esse momento tão especial. O que eu mais gosto nelas é que sempre que as escuto fazendo essas coisas, me sinto numa série britânica de adolescentes fora da lei (quando na verdade somos todos +18 e não estamos fazendo nada errado). Olha só:

06 outubro, 2016

Wishlist de Setembro no BR!

Muita coisa bacana saiu do forno mês passado para nós brasileirinhos. Montei uma listinha com os que mais me chamaram atenção, de acordo com a lista mor que tem no skoob, que você pode acessar clicando aqui. Alguns deles já li, mas alguns foram novidades pra mim também. Vamos lá!

Novembro, 9, da Colleen Hoover
no skoob | no goodreads | Galera Record

Li Novembro, 9 não faz muito tempo e deixa eu te falar, que livro fantástico. 

Nele conhecemos Fallon, uma atora em ascensão que viu sua carreira ir pelo ralo após se acidentar em um incendio causado pelo descuido de seu pai. Exatamente cinco anos após seu acidente, Fallon decide se mudar para Nova York para tentar uma carreira no teatro, onde sua pele marcada por cicatrizes não seria um empecilho. Fallon está anunciando sua decisão ao seu pai em um restaurante quando conhece Benton, um estudante de Inglês e escritor. A química entre os dois é instantanea, mas os dois sabem que nada de bom proviria de um relacionamento nascido naquele momento. Os dois decidem então que não manteriam contato, todo ano, por cinco anos, se reencontrariam exatamente onde se conheceram. O livro narra apenas esses dias em que eles se encontram, dia nove de novembro.