Crash #1: Crash.
Autor: Nicole Williams
Editora: HarperCollins
Título no Brasil: Crash (Editora Essência)
Ano: 2012
Páginas: 365
IBSN-13: 9780062267146
Inglês nível: I1
“You can’t be friends with the person you were meant to spent your life with”
Meu negócio com Crash, da Nicole Williams, é o seguinte: li esse bonitão
aqui quando tinha por volta de 16/17 anos e foi o terceiro livro que li em
inglês, na mesma época em que foi lançado Belo Desastre (Jamie McGuire), que,
como vocês devem se lembrar, virou febre e, de certa forma, foi o propulsor dos
New Adults dentro do mercado literário. Isso foi a quatro anos atrás. Fast
forward para 2016, decidi que finalmente iria dar sequência à essa
série e ler os próximos livros: Clash e Crush.
Assim sendo, esse é um relato da minha releitura, com alguns contrastes da
minha experiencia lendo Crash pela primeira vez.
No romance conhecemos Lucy Larson, uma jovem de 17 anos que vê sua
família ser destruída após uma sucessão de acontecimentos trágicos.
Lucy, que costumava ter uma vida relativamente confortável, vê sua vida se
alterar ainda mais quando seus pais vendem sua casa na cidade e decidem se
mudar para o pequeno lar que possuíam na praia, onde costumavam passar as
férias de verão. Terminar seu ciclo escolar em Southpointe High está longe ser
o que ela queria, porém, contanto que tenha um estúdio de dança onde ela possa
passar um tempo com seu ballet, Lucy não reclama muito.
“It was silent, but a silent that was so loud I wanted to cover my ears.”
Logo no primeiro dia após a mudança, Lucy conhece esse cara chamado Jude (sacou? sacou?). Bem de cara rola aquela química tão louca que é obvio que eles passam a se amar e odiar imediatamente. Algo que não notei quando o li em 2013 é quão intalove-y ele é. Acho que eu não teria tanto problema com isso se aqui também não ocorresse aquele fenômeno onde o tempo é adiantado e em algumas linhas descobrimos que várias semanas se passaram. Meu problema com isso é que não se vê o relacionamento crescendo e evoluindo, sabe? A gente acaba sendo deixado de fora das conversas e momentos que tornariam o relacionamento de Jude e Lucy substancial, e tudo que temos acesso é ao drama. Não vemos os dois se tornarem melhores amigos e todos os motivos que os levaram a confiar um no outro. Apenas nos é dito isso e acabou. Temos de concordar que fica difícil torcer por um relacionamento que não se acredita.





