3. The Iron King, da Julie Kagawa.
Quando tinha apenas 6 anos de Idade, Meghan Chase viu seu pai pela ultima vez enquanto os dois estavam passando o dia no parque. Dezesseis anos depois, Meghan é a reclusa da escola, nunca se encaixando em nenhum dos cenários disponíveis, nem mesmo em sua própria casa. Com apenas um amigo, a garota que vive nas profundezas de uma cidadezinha de Louisiana, Nova Orleans, começa a sentir que sua vida está prestes a mudar quando, mais de um vez, ela da de cara com uma figura obscura a observando e a seguindo de longe.
Desde Heir of Fire, da Sara J. Mass, nasceu em mim (? lol) um interesse por fadas e faes, o que é estranho, considerando que essas são as criaturas supernaturais que eu menos tenho empatia. A série The Iron Fey sempre foi referência no que se trata de fadinhas e mais de uma vez ouvi a escrita da Julie Kagawa ser elogiada, seja por essa ou pela outra série da autora. Já dei inicio a minha leitura no começo do mês, mas não estava no clima de UF, por isso coloquei de lado e prometi pra mim mesma terminar essa história mais pra frente ainda em Junho.
Desde Heir of Fire, da Sara J. Mass, nasceu em mim (? lol) um interesse por fadas e faes, o que é estranho, considerando que essas são as criaturas supernaturais que eu menos tenho empatia. A série The Iron Fey sempre foi referência no que se trata de fadinhas e mais de uma vez ouvi a escrita da Julie Kagawa ser elogiada, seja por essa ou pela outra série da autora. Já dei inicio a minha leitura no começo do mês, mas não estava no clima de UF, por isso coloquei de lado e prometi pra mim mesma terminar essa história mais pra frente ainda em Junho.
2. Confess, da Colleen Hooverno goodreads | no skoob
Apesar de sentir meu kick por New Adults lentamente se esvaindo, não tem como errar quando se trata de Colleen Hoover. Em Confess nós conhecemos Auburn Reed, a tipica garota de New Adult, que tem sua vida planejada passo a passo pelos próximos vinte anos, e Owen Gentry, o típico cara de New Adult, que é tão encantador que faz a mocinha jogar a racionalidade pra cima, mas que mantém tantos segredos que faz o leitor se perguntar "Como esse cara se quer respira prendendo tudo isso dentro dele?!". Vou confessar (há) que se fosse qualquer outra autora, essa sinopse nunca que teria chamado a minha atenção, só que, se tem uma coisa que eu aprendi nessa minha vida de leitora, é que um clichê nunca é só um clichê quando escrito pela Hoover. A mulher tem capacidade de evocar uma porção de sentimentos e sensações até de gente que nunca derramou uma lágrima! O que espero para o (provável) ultimo livro do gênero que vou ler (não pra sempre, só por um tempo) são vários diálogos que me façam dar aquela risadinha típica de fangirl, cinco ou seis cenas de partir o coração e um plot twist que vai me fazer reler o capítulo três vezes antes deu aceitar que aquilo realmente aconteceu.
1. Jogador Nº1, do Ernest Cline
É 2044 e as coisas vão de mal a pior. Os recursos naturais se tornaram escassos e as catástrofes climáticas recorrentes; a discriminação social é absurda e não existe emprego para todo mundo. O que existe é uma baita duma crise no setor de energias, e guerras e conflitos governamentais sendo declarados diariamente. A fome é uma praga que não para de se alastrar, juntamente com as doenças que ninguém consegue controlar. O mundo é um lugar obscuro, infeliz e pouco produtivo para a maior parte da população mundial. Para ocupar o tempo e pelo menos tentar esquecer do caos que o espera do lado de fora da janela, James Halliday desenvolveu Oasis, a plataforma de realidade virtual aberta para todos os públicos, criada exatamente para mascarar os problemas do mundo real. Um dia antes de sua morte, Halliday divulga o Convite de Anorak, revelando que deixou três chaves perdidas no mundo virtual, e que, o primeiro que conseguisse passar por todos os testes e desvendar todos os enigmas baseados na cultura pop do século XX, ganharia toda a fortuna do criador da/do Oasis. É ai que conhecemos Wade Watts, um garoto de dezoito anos que não tem nada de incomum, mas que acontece de ter sido o primeiro a encontrar a primeira chave para a super bofunfa, automaticamente ganhando milhares de inimigos frustrados. E como a gente já sabe, tem gente que está disposta a qualquer loucura por uma conta bancária com uma porção de zeros e virgulas.
Não sei, mas acho que depois de uma sinopse dessas não preciso de mais nada pra explicar porque eu preciso ler esse livro. Além do mais Jogador Nº1 é super aclamado, faz um tempão que não leio uma boa e velha distopia e, principalmente, vai ser meu primeiro contato com uma história que envolva Cyberpunk!







Nenhum comentário:
Postar um comentário